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Entre sonhos, habilidades e pressão: como escolher a profissão certa

Jovem refletindo sobre a escolha profissional diante de um computador.

Jovens buscam caminhos para escolher a profissão ideal alinhando sonhos, aptidões e expectativas

A decisão sobre qual carreira seguir é um marco importante para jovens concluindo o ensino médio. A escolha consciente envolve analisar fatores como o público com que se deseja interagir e as características pessoais que geram satisfação, conforme aponta Renata Chaves, professora de redação do Colégio Santa Isabel. Ela destaca que algumas pessoas se conectam melhor com relacionamentos interpessoais próximos, enquanto outras preferem lidar com máquinas e tecnologia.

Renata Chaves ressalta que o autoconhecimento é o ponto de partida para uma decisão alinhada à realização pessoal, superando a mera busca por retornos financeiros. O processo, embora muitas vezes solitário, pode ser desafiador diante de pressões internas e externas, incluindo influências familiares e modelos sociais.

“Existem dúvidas e pressões externas e internas que, muitas vezes, dificultam esse autoconhecimento, além de modelos sociais que eles são obrigados a seguir. O adolescente vive hoje numa era marcada por questões estéticas e que envolvem bens de consumo, e essas impressões externas dificultam esse processo”, afirma a professora.

A articulação entre habilidades e paixões é outro fator decisivo na escolha profissional. A professora de redação exemplifica com alunos que, mesmo não se tornando grandes atletas de futebol, encontraram satisfação como educadores físicos devido às suas habilidades e afinidade com o esporte. Essa junção, que nem sempre é imediata, demanda maturidade.

Ela complementa que a busca por uma paixão, mesmo após anos de atuação profissional ou com emprego fixo, leva muitos a buscarem cursos universitários mais tarde. Renata Chaves enfatiza que carreiras bem-sucedidas frequentemente se originam de um sonho inicial, que pode ser ajustado com o tempo. A pesquisa detalhada sobre a área de interesse é fundamental para transformar objetivos em realidade.

A escolha de uma profissão baseada unicamente em fatores financeiros ou nos anseios familiares é um erro comum, segundo a professora. A escola desempenha um papel crucial ao auxiliar os alunos nessa reflexão, seja por meio de orientações, discussões em sala de aula ou testes vocacionais, ampliando o repertório e prevenindo escolhas por imposição.

“Quando pergunto aos meus alunos o que eles querem estudar, alguns respondem: ‘meus pais querem que eu seja engenheiro, vou fazer engenharia’. A escolha tem que ser pessoal, não é o mercado que faz o profissional feliz e bem remunerado, é o profissional realizado que domina o mercado”, reafirma a professora.

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